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Terapia Neural em sequela de cinomose: relato de caso

A cinomose é uma doença viral sistêmica que frequentemente deixa sequelas neurológicas permanentes, como mioclonias, ataxia e déficits motores.


Em muitos desses pacientes, mesmo após estabilização do quadro infeccioso, as alterações neurológicas persistem e apresentam resposta limitada aos tratamentos convencionais.


Nesse contexto, a Terapia Neural surge como uma abordagem complementar — e este artigo apresenta um relato de caso clínico explorando seu uso.

 

 Descrição do caso

O artigo relata o caso de um cão com:

  • Histórico prévio de cinomose

  • Evolução para sequelas neurológicas crônicas

  • Presença de sinais como:

    • Mioclonias persistentes

    • Alterações motoras

    • Déficits neurológicos


O paciente já havia sido submetido a abordagens convencionais, sem resolução satisfatória do quadro.

 Protocolo terapêutico

Foi instituído tratamento com Terapia Neural, utilizando anestésico local (como procaína), aplicado em:

  • Pontos relacionados ao sistema nervoso

  • Regiões de interferência

  • Áreas com possível desorganização neurofuncional

As sessões foram realizadas de forma seriada, com acompanhamento clínico contínuo.

 

 Evolução clínica

Ao longo do tratamento, foram observadas:

  • Redução da intensidade das mioclonias

  • Melhora na coordenação motora

  • Evolução funcional progressiva

A resposta foi gradual, acompanhando o número de sessões realizadas.

 Discussão

Os achados sugerem que a Terapia Neural pode atuar por:

  • Modulação do sistema nervoso autônomo

  • Reorganização funcional neural

  • Redução de estímulos interferentes

 Conclusão

Este relato de caso demonstra que a Terapia Neural pode ser uma alternativa complementar promissora no manejo de sequelas neurológicas da cinomose.

Apesar dos resultados positivos observados neste paciente, a técnica ainda necessita de:

  • Estudos controlados

  • Amostras maiores

  • Padronização de protocolos

 Aplicação clínica

Na prática, esse tipo de evidência reforça que:

 Pacientes neurológicos crônicos podem se beneficiar de abordagens integrativas A Terapia Neural pode ser considerada como ferramenta complementar A individualização do tratamento continua sendo essencial.

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Referência

GONÇALVES, Bruna Aparecida Lima et al. Tratamento com Terapia Neural em cão com sequela de cinomose: Relato de caso. Pubvet, v. 13, p. 158, 2019.

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